segunda-feira, 25 de maio de 2009

coisas do coronel

pois bem, nunca acreditei em acaso e muito menos em coincidência. acredito em sinergia, em amor, em Deus... pode parecer piegas, mas o mundo está precisando tanto disso!todos sempre tão estressados, sempre tão ocupados, cheios de compromissos e reuniões, aliás já perceberam que tem gente que mede importância no trabalho pelo número de reuniões? se fosse assim eu com certeza estaria liderando uma empresa, pq haja reunião!sem fugir do foco do coronel,estou relapsa aqui neste blog, entrando na onda dos "sem tempo", mas tive que tirar uns 5 minutos entre uma ligação, um café e um cigarro para dizer que coincidências realmente não existem e a cada dia que passa percebo que "meu coronel"sempre está por perto... 09 de maio... 11 de maio e 23 de maio. um mês intenso em todos os sentidos que só reforçam o amor que sinto pelo homem mais importante da minha vida - meu pai. São 23 anos sem a matéria, mas no coração e nas demonstrações, sempre do meu lado. Obrigada por tudo que você me fez e faz acreditar em ser.

domingo, 17 de maio de 2009

o novo canhoto

spock, bis, bk, grama, sol, rot roll,frio, calor, misto quente, coca zero,textura,tequila e design:

When the night has comeAnd the land is dark,And the moon is the only light we'll see.No I won't be afraid,Oh I won't be afraid,Just as long as you stand, stand by meSo darlin' darlin' stand by me,Oh stand by me,Oh stand, stand by me, stand by me.If the sky that we look uponShould tumble and fall,Or the mountain should crumble to the sea.I won't cry, I won't cry,No I won't shed a tear,Just as long as you stand, stand by me.And darlin' darlin' stand by me,Oh stand by me,Whoa stand now, stand by me, stand by me.Darlin' darlin' stand by me,Oh stand by me,Oh stand now, stand by me, stand by me.Whenever you're in trouble just stand by me,Oh stand by me,Whoa stand now, oh stand, stand by me.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Saquinho de vírgulas

Eu gasto hoje ou eu guardo pra amanhã
sob o signo do quando eu observo o saldo
é muita solicitação, é muita solicitação
não quero atender nenhuma chamada, expectativa
eu quero é cair nas graças do céu
eu quero é mel, eu quero um sinal, o papel principal

terça-feira, 5 de maio de 2009

estou relapsa com o catchup e mostarda, ok, confesso!ainda nem escrevi a segunda parte da viagem ao chile e já quero ir para lá de novo! isso sem falar em buenos aires que agora 'vou ter que ir'! perdi um xale que comprei em san telmo na virada cultural... boa desculpa para respirar o ar portenho. definitivamente ando meio troféu filantropia, show do wando, gripe suína,vitória do timão(eca!), trabalho e yoga.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Inspirador!



presente da zoraide
( o amor é importante porra)

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Cavalo ou rio?

Mais uma de Lamas para Lulu!
"We are you friend''

Sobre cavalos e amores
Segurar as rédeas com firmeza, no amor, é a melhor forma de se deixar levar
Embora no resto do Brasil se acredite que toda gaúcha é uma amazona, ra­ras vezes montei a ca­­va­lo. Acho a ideia mais fascinante do que a prática. Sin­to-me sobre um cachorro gigante, de onde não consigo olhar na cara para saber se está disposto a me levar ou derrubar. Geral­mente eles são dóceis e nos levam a bons pas­seios, mas têm lá suas vontades e uma de­las é voltar para casa.Aprendi isso num período em que me hospedei numa fazenda. Lá fui informada de que, se me perdesse no campo, bastava soltar a rédea que o bicho acharia sozinho o caminho de volta. Foi o que aconteceu. Só tem um detalhe: livre das rédeas, o ca­valo passa a ignorar nossa presença lá em cima e começa a passar por lu­gares em que ele cabe, mas não quem o está montando. Che­guei a meu destino deitada sobre a se­la, toda ar­ranhada dos matos nos quais mi­nha montaria, quer seja por descaso, quer por sadismo, se meteu.
Valeu a aventura, e como metáfora é mel­hor do que como diversão. No amor, como no hipismo, deixar-se levar, decretando-se “perdido”, pode ser uma bela forma de sair lanhado. Muitas vezes que­re­mos que nossa cara-metade seja outra coisa que um companheiro, um sócio, um coautor, um amante, queremos que essa pes­soa seja um líder ca­rismático, autoritário, envolvente a ponto de fazer-nos esquecer de escolher o ca­mi­nho. Deixar-se levar, soltar as rédeas, pode ser bom enquanto fantasia sexual, porém na escolha dos ca­minhos de vida equivale a ficar à mercê dos sintomas do outro.Pra casa agora eu vouDeixada à própria sorte, nossa cara-metade sem­pre dá um jeito de voltar para seu território seguro. E relacionar-se, pelo contrário, é tentar viver longe de casa, em terras a serem colonizadas. “Casa” é mais do que um espaço físico, é aquele lugar previsível onde não é pre­ciso le­var em conta tantas variáveis. Em casa es­­co­lhe­rei a melhor forma de organizar meu espaço, tempo e tarefas.
A rotina é herdeira dos cuidados ma­ter­nos primá­rios, nela cultivamos certos horários, sequências de ges­tos, sabores, che­iros. Aplicamos esses rituais em nos­­so cotidiano como forma de reproduzir a forma como ze­la­vam por nós quando éramos pequenos. Já o a­mor é uma experiência de viver com outros hábitos, falar uma língua diferente (cada casal cria um vocabu­lário pró­­prio). Amar é. como viver no estran­geiro. Po­rém, se um dos dois se apaga, o ou­tro toma o cami­nho de casa.
Quando arriscamos escolher o cami­nho, muitas ve­zes ele nos afasta do lugar se­guro, caseiro, mas tem um lado bom, que faz valer o frio na barriga: o tempo todo estamos presentes, sendo lembrados, con­si­de­ra­dos. Por vezes lamentamos a li­be­ração feminina, que nos deixou à mercê de ho­mens que não são mais tão protetores nem provedores. Acredito, porém, que se bem perdemos algumas seguran­ças corremos muito menos riscos de terminar machuca­das, conduzidas co­mo um saco de ba­ta­­tas. E os caminhos mais inte­res­­santes não le­­­­­­vam para o curral.Diana Corso, 48, é psicanalista. Vive em Por­to Alegre, tem duas filhas,­­­­­­ escreve quin­ze­nal­mente no jor­nal Zero Hora e é coautora do livro Fadas no Divã. Seu e-mail: dia­namcorso@gmail.com

Nós só temos um problema real:o medo

Porque eu te amo, tu não precisas de mim. Porque tu me amas, eu não preciso de ti. No amor, jamais nos deixamos completar. Somos, um para o outro, deliciosamente desnecessários.[ Roberto Freire]